Eu ouvia o IIIº ato de Condor, de Antônio Carlos Gomes, quando vi ornando o céu azulado da manhã uma multidão de nuvens se erguendo das matas como se fosse a expiração das árvores. Voavam como se levassem a alhures os átomos como lembrança de que estas árvores, aqui e agora, também existem.